Olá olá, como vão?
Por aqui, tudo certo. Acabei de jantar e estou feliz (sim, eu tenho #gordinhafeelings e eu fico feliz com comida! Hahah).
Hoje eu estava lendo uns textos do meu antigo blog Joanitas, de 2008, e ainda os achei interessantes. Eu escrevia basicamente sobre relacionamentos (solteirices) e coisas da vida, que eram baseados, ou não, em acontecimentos verídicos. Mas como hoje eu sou uma mulher direita e super comportada (ou não!), achei que poderia começar uma nova série: A odisséia da vida a dois.

(eu fiz essa ilustra no ano passado, logo quando comprei a tablet.. hehe)
Dia 41. A boa mulher que eu não sou
Eu lembro que na última vez que encontrei minha amiga Camila, ela me abraçou e disse algo parecido com: no começo vai ser bem legal! E depois de um mês vai ficar ruim, porque vocês vão começar a descobrir as manias um do outro e vão acabar se irritando. Mas essa parte passa! Não se preocupe, e aí vai ficar tudo legal novamente.
E foi mais ou menos como ela disse, só que a parte “legal” só durou as primeiras 30 horas da nossa jornada. As briguinhas começaram porque ele pegou um resfriado, e quando se está doente, qualquer pessoa fica insuportável (principalmente homens, que se entregam à “doença”).
Somado à sua rabugentice, nos hospedamos em hotéis e albergues com quartos minúsculos, que mal tinham espaço livre para se abrir uma mala (é sério! Era ou a minha, ou a mala dele aberta). E como não tinhamos espaço o suficiente, a gente se irritava o tempo todo um com o outro (principalmente eu que, como boa parte das mulheres que conheço, fazem um super drama e começam a lembrar de coisas do passado que não fazem o menor sentido – nessa discussão pelo menos – mas enfim, as mulheres estão sempre certas, não? Hahah..).
O importante é que passou (essa fase pelo menos). Hoje, depois de 41 dias de convivência um com o outro, eu posso dizer que estou bem feliz, em um quadro geral. Conseguimos realizar bastante coisa em relativamente pouco tempo.
É claro que, como o próprio diria, ainda temos muito que aprender. Mas cá entre nós, estaria sendo muito mais fácil se eu tivesse aprendido com a minha mãe a ser uma “boa esposa” (lê-se: dona de casa!). Eu não sou a maior entusiasta na cozinha, e nem sou das pessoas que gostam de limpar a casa, passar cera, lustra-móveis, “veja” nos espelhos, e por aí vai.. – e o digníssimo também não é dessa praia – na real, não sei se alguém gosta de fazer serviços domésticos.. alguém aí gosta? Heheh..
Há dois dias, por exemplo, eu coloquei as roupas na máquina de lavar e uma cueca acabou ficando cor-de-rosa hahahahahah.. o Michael ficou muito puto. Calma, eu sei que se deve separar as roupas claras das coloridas (não é a primeira vez que lavo roupas, ok?), mas acompanhem a minha lógica de quem lavava apenas as próprias roupas, e não de outrem: eu não uso calcinhas brancas, logo, todas são coloridas, então todas as roupas intimas podem ser colocadas juntos à pilha de roupas coloridas (na verdade eu sempre lavei à mão, mas né.. não posso deixar pendurada no box agora, preguiça.. hehe) – aí, a branquinha foi na onda das coloridas, e acabou virando rosa ué..
(Ok, mas ele ficou bravo porque nas outras vezes que eu coloquei as roupas na máquina, algumas camisetas dele encolheram.. hahah – ou seja eu “só faço cagada”. Na verdade, nenhuma das minhas roupas encolheram ou mudaram de cor. Então a culpa é dele por não lavar as próprias roupas e confiar em mim, não? Hahahah..).
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Bem, esse é o primeiro episódio de muitos que virão. Ou não.
Bom final de semana pessoal!
Anitão vai ter que dormir no sofá essa noite depois dessa.. – não não, é brincadeira.