A Odisséia da vida a dois – dia 481

Olá olá! Como vai a semana mais quentinha?! Eu tava amando o inverno (sou dessas que acha o inverno chique! Hahahah..), mas assim tá gostosinho também! 🙂

Tô devendo uma pá de gente do projeto, mas quinta passada saí pra balada casamigas, e achei mais divertido escrever sobre. Logo, aí vai mais um episódio da série:

piriguete

A balada com as amigas

Acredito que quando se está namorando, a tendência é sair mais com as amigas que também namoram, e quando se está solteira, sair com as solteiras. Como tem 4 anos que namoro, já faz um bom tempo que larguei da “vida bandida”, e passei a curtir meus fins de semana com programas caseiros, tipo: casais, jogos de tabuleiro e cervejas (zzZZzz..).

Mas como diz um tio meu “sou casado mas não sou morto”, aí na quinta resolvi reviver a minha juventude (porque hoje sou muito velha hahah..), deixei o meu homem em casa esquentando as cobertas e fui pro pagodão com 3 outras amigas e as amigas agregadas no maior estilo 2008. (Não gosto de pagode nem sertanejo, mas se tô na pista, eu mexo os lábios fingindo que sei cantar e deixo rolar! Hahahah..) A expedição já começou engraçada e daquele jeito bem “jovem”, com as meninas me buscando na saída da aula, com troca de roupa dentro do carro, e com amiga que encheu o saco de todo mundo pra não esquecer a identidade – e chegando na porta da balada, a própria percebeu que havia esquecido!

Enfim, ela buscou a identidade e deu tudo certo. Entramos, dançamos, conseguimos pulseirinhas pro chiqueirinho, vulgo camarote, e quase morremos sufocadas com as flatulações na pista. E olha, acho que não importa o nível da balada, seja no Buraco com metaleiros ou no pagodão com os playba, a pista tem sempre cheiro de peido, né? HAHAHA!

A noite foi super divertida, tanto é que cheguei a seguinte conclusão: sair com as amigas para noite bandida é muito mais divertido quando se está namorando! Porque eu não preciso me preocupar em encontrar a minha cara metade na noite, ou em estar sempre linda, maravilhosa e fingindo que não estou com frio (cês não tem noção da quantidade de menina com “calor” naquele dia!); além deu dar boas risadas, dançar até não me aguentar em pé nos saltos e dar uma olhadinha aqui e ali (porque não sou morta!); o final feliz vai além do cachorro-quente da esquina pós balada, o meu final feliz já está em casa, todo lindo na minha cama. 😉

É o melhor dos dois mundos, não acham?

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Anitão já tá combinando a próxima! Hahah.. brincadeira!

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