Faculdade de Design de Moda: A vida após

Olá queridos madrugueiros, como vão?

Hoje teremos um post bem loooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooongo em resposta a um comentário que recebi esses dias da leitora Ana. Então puxem uma cadeira ou fechem o blog agora e eu calo-me para sempre, até que a conexão nos separe.

Bem, já disse em vários outros post, mas para quem ainda não sabe, me formei em Design de Moda pela Universidade Tuiuti do Paraná (UTP) no final de 2009; e desde então não tenho trabalhado na área, quer dizer, não em um emprego de carteira assinada pelo menos. Não posso dizer que a faculdade é das melhores para uma particular. Mas, não é só a faculdade que faz o profissional, não é? Você tem que “correr atrás”.

Quando prestei vestibular, a escolha mais sensata parecia ser aquilo que eu gostava de fazer. Eu gostava de desenhar, de roupas, de cor-de-rosa, de transformar coisas, de escrever e de gastar dinheiro. Resolvi fazer Design de Moda e meu pai me apoiou completamente. Mas aos meus recém dezoito anos, só o que eu queria era festar e festar. Passei a faculdade na média e entregando trabalhos na semana seguinte valendo a metade. Quando chegou a hora de procurar um estágio, eu não tinha qualificação. Estudei e estudei, e ao final da faculdade, ninguém mais queria me pegar para estagiária, nem mesmo quando eu me oferecia para “trabalho não remunerado”, pois eu já estava próxima de me formar e eles tem preferência por pessoas nos primeiros anos da faculdade. Aí quando me formei, eu não tinha experiência.

Quando terminei as duas faculdades de design, tive a oportunidade de morar na China. Estudei mandarin, fiz cocô de cócoras e consegui as minhas primeiras experiências profissionais na área de design. Me cansei, e voltei para o Brasil. Aí eu fiz mais algumas entrevistas de emprego, levei mais alguns “não”, e criei o blog (não que isso seja o meu trabalho). Hoje, aos meus 23 anos, ainda sou sustentada pelo meu pai, e estou tentando uma carreira alternativa com ilustrações.

Eu me arrependo de ter cursado duas faculdades de design. Deveria ter feito no máximo uma, e quem sabe uma faculdade estepe, como administração, direito ou qualquer outra profissão que seja regulamentada. Mas se pudesse voltar atrás, provavelmente faria tudo “errado” novamente.

Acho que é difícil escolher uma profissão aos 17 anos, quando nem se pensa em dinheiro, apenas naquilo que você gosta. Hoje eu ainda não sei muito bem para que lado caminhar. Talvez eu nem deveria ter feito essas duas faculdades, mas ter investido essa grana em um carrinho de cachorro-quente (pai, se você estiver lendo isso, ignore! haha).

Mas calma, Aninha. Esse é apenas o meu lado da história, por isso pedi para algumas amigas que se formaram comigo em Design de Moda para dar seus sinceros pitacos, e quem sabe, reverter esse quadro. Segue o bate-papo que tivemos sobre o curso e o mercado de trabalho da profissão:

Karin Poliana Pacheco: “O mercado da Moda em Curitiba ainda é fresco, recente e muito elitizado! Para conseguir entrar neste mundinho você tem que ter a sorte de conhecer as pessoas influentes daqui! Agora no quesito de faculdades, eu sinceramente recomendo a não fazer UTP, nem PUC, nem UNIANDRADE, muito menos UP: indico o SENAI! Sabe por quê? Por que além da estrutura, dos profissionais, os alunos aprendem teoria e prática juntos! Ao contrário das universidades, que nos fazem perder 3 anos em teoria para colocar em 1 ano a prática. Depois os formandos saem ao mercado de trabalho buscando por cursos de corte-e-costura, moulage, modelagem e desenho! Pode? Não! Eu sinpatizo muito com o SENAI pois incentivam o aluno e proporcionam este link da sala de aula até o mercado consumidor, quando o aluno se forma ele sai mais pé no chão e não alienados como nós saímos da facul! A verdade é dura, nua e crua! (Anita, deixe bem claro que ou elas tenham em vista um ”bom partido” ou um “pai bem rico”. Viver de Moda morre de fome, que o digam as modelos!).”

Camila Barreto: “Encontrei a Renata que estudou com a gente esses dias, e fiquei conversando com ela sobre a facul. E o que ela disse é verdade. Nenhuma de nós que trabalha nessa área realmente precisava da faculdade de moda. Por exemplo, tanto a Huana quanto a Gabi não aprenderam a costurar e criar as roupas e bolsas dentro da facul. Claro que lá temos uma boa base da parte técnica, agora, a parte prática mesmo foi por nossa conta. A Karin também não precisava da faculdade pra saber como administrar a loja. Esse papo de tendências, de lançar a moda antes dos outros já não existe mais! Hoje em dia, qualquer pessoa entra no Sr. Google e sai de lá um expert em moda, tendências e passarelas! Eu concordo com a Karin, se for pra fazer moda, faça no Senai. Mas não tenha isso como sua única fonte de renda, como sua profissão. Faça por gostar, faça como um hobbie. Eu gostava de costurar, até ter que virar trabalho, perde a graça! Eu confesso que aprendi mais durante o curso de costura, que foi de graça, do que em 5 anos de faculdade paga. Acho que as únicas coisas que vou guardar pro resto da minha vida da UTP, são as aulas da Fernanda sobre história da moda e um grande rancor de outros professores (que eu, Anita, preferi não mencionar aqui.).”

Ciça Godoy: “Olha, pra mim a facul foi muito útil e eu gostei bastante de ter feito, pois abriu a minha cabeça sobre as várias coisas que eu posso fazer nessa área. Mas não é só isso. Assim que eu pisei fora da facul eu vi o que era o mundo real e o quão dificil é você entrar nesse mercado. O que eu recomendo? ESTUDAR! Não só o que se aprende na faculdade, mas buscar cursos fora, que abram a sua cabeça para tudo o que há pra se fazer. A faculdade é necessária, e cursos a parte também. Também recomendo os cursos técnicos, são mais rápidos, mas assim como a faculdade, não garantem uma vaga no mercado. É preciso correr atrás. Não é só em Curitiba que tá dificil, aqui em SP não foi rápido nem fácil começar a trabalhar, e eu tive em QI também, nos dois trabalhos que tive aqui, o que sempre ajuda. Não existe fórmula mágica, e o mundo da moda não é glamour. Só recomendo se você gosta MUITO, como em qualquer profissão, tem que ter a sensação de bem estar em estar fazendo o que se gosta, caso contrário, busque outras opções. Fazer moda porque está na moda é a maior furada. É isso, e pra mim a melhor coisa da faculdade foi conhecer vocês, piris do meu coração.”

Karin Pacheco é designer e proprietária da Gringa do Brasil e não tem vínculo algum com o SENAI (até onde eu sei!); Ciça Godoy é professora de modelagem na escola Sigbol Fashion de SP; e a Camila Barreto continua nessa luta, assim como eu.  

O nariz da Anitão começou a sangrar na hora da foto, vê se pode uma coisa dessas.. haha

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18 comentários em “Faculdade de Design de Moda: A vida após

  1. Oi Anita,
    Gostei muito desse tópico.
    Vou aproveitar pra desabafar. Tenho 48 anos, e aos 20, comecei o curso de Desenho Industral da PUC, mas tranquei no 2º ano, por motivos financeiros. Não havia opção de DESIGN DE MODA naquele tempo e não havia tantas facilidades como hoje (PROUNI, FIES, etc…), depois não tive outras oportunidades.
    Hoje, depois de desenvolver outra profissão, que me rende um bom salário, penso que deveria ter procurado um curso de desenho de moda, estilismo ou algo parecido. E, analisando friamente o mercado da moda, e não o meu mercado pessoal de moda, tentaria criar uma confecção (isso mesmo, uma confecção) virada para o público PLUS SIZE. Afinal, uma pessoa que esteja acima do peso, muitas vezes, está estabilizada financeiramente e quer se vestir bem e na moda, existem vários blogs/sites de moda plus size que falam isso.
    Não, eu não sou plus size. Digamos que para as plus size, eu sou magra e, para as magras, bem, eu não sou uma delas. rsrsrsrs
    Bem, Anita, aproveite a oportunidade que você teve de estudar e, talvez você possa redirecionar seus conhecimentos.
    Acredite, trabalhar no que você gosta, deve ser muito gratificante.
    Conciliar dinheiro e satisfação pessoal, é necessário, porque só o dinheiro paga suas contas (e você não vai ter seu pai para sempre, infelizmente), mas, aliado a satisfação pessoal será perfeito.
    Gosto muito do seu trabalho e do seu estilo, PARABÉNS !!!
    Bj
    Shirley
    de Curitiba

  2. Me lembro que já escrevi diversos comentários como esse que a sua leitora te mandou. E nunca fui respondida, acredita? Já até pedi socorro para bloggeiras que eu imaginava serem super informadas sobre isso e que podiam ajudar muita gente compartilhando esse tipo de informação. Enfim, acho que é nosso dever ajudar como podemos quem está começando, pois se tivessemos tido mais informações as coisas poderiam ter sido um pouco melhores. Bem, como eu comentei, se eu fosse dar meu depoimento ele seria enorme. Só posso concluir que estou numa fase de muita insatisfação (isso certamente pode mudar a curto ou longo prazo). Mas acho que nessa fase de “recém” formada é normal. Ei quero uma ilustração da anitão pro meu blog de sonhos! 😛 faz mais promoções aí hahah

    1. Pois é Ceres, na real, quando comecei a fazer, eu não fazia ideia do que era o curso. Lembro da Jaque falando no primeiro período: “meu amigo disse que iam mandar a gente ler Capricho” hahaha

      E é claro que tudo isso não é uma verdade absoluta.
      Um beijão! E vou adorar fazer um desenho para você!

  3. Ana, eu sou o irmao da Anita, tb designer… e tb nao praticante 🙁
    eu ralei um monte na faculdade… tirei notas boas, trabalhei para escritorios respeitaveis no Brasil, e para outros paises tambem. Ja fui ate professor de desenho industrial na Universidad Nacional de Asuncion, ja fiz ilustracoes pra uma meia duzia de livros, ja fiz de tudo…
    soh nao entendo pq nao deu certo 🙁
    mas nao me arrependo, e nao acho que fiz errado… soh acho que fiz de menos 🙂 e se voltasse atras, faria tudo de novo, e tudo igual!

    o meu conselho eh que siga seus instintos, provavelmente vc vai estar certa!

    1. Abel, muito obrigada pelo conselho!
      A vida é assim mesmo, o que temos que fazer é aprender a lidar com esses acontecimentos fortuitos e tirar o máximo de aprendizado deles. Aposto que com toda essa experiência, essa sua situação vai durar muito pouco, você parece ser muito talentoso!
      obrigada mais uma vez

  4. Anitaa, muito obrigada pelo post!
    Acho que abriu muito a minha mente, sabe? Às vezes nós devemos colocar as coisas na balança… Eu quero/queria fazer essa faculdade mas nunca tinha parado pra pensar na condição financeira, queria porque amo moda e adoro desenhar desde pequena, mas nem sempre apenas a paixão é suficiente, afinal, dinheiro não é tudo, mas é grande parte. Enfim, muito obrigada mais uma vez, foi muito importante ver os dois lados da moeda, porque na internet, a maioria dos depoimentos que encontramos só mostram o glamour e os benefícios de trabalhar com esse assunto que todas as mulheres amam. Obrigada mesmo, de coração.

    1. Olá Ana! Olha, de forma alguma eu quero te desencorajar a cursar a faculdade. Se você AMA mesmo, você deve ir em frente, como a maioria das pessoas comentou. Como o Abel mesmo disse: siga seus instintos, provavelmente você vai estar certa.
      Um beijão!

  5. Oi Anitão (a íntima), li todo seu blog e gostei muito. Adoro os seus posts e adoro ainda mais as legendas!

    Quero receber os posts do blog pelo email, mas não achei aquela caixinha tradicional que tem pra gente se cadastrar… Coloca aí vai!

    Beijos …

  6. uau. confesso que parei uns 10 minutos para refletir sobre esse post. Bem, assim como a Anita, Karin, Camila e Ceres, eu também fiz faculdade de moda (somos colegas de turma, inclusive). É realmente desanimador o mercado de moda, principalmente quando você pára para pensar que a cada semestre existem várias turmas de moda colando grau NO PAÍS. Sou a favor completamente do ‘botar a cara a tapa’ e acho que esse é o segredo de um profissional de moda bem sucedido. independente do seguimento – ilustração, modelagem, jornalismo, confecção, produção, personal stylist’…. acho que nada é perdido, qualquer experiência é válida. Uma hora ou outra as coisas vão ter um sentido. Basta querer.
    O momento em que vivemos (independente da profissão) requer muito esforço de um indivíduo que sai da faculdade a procura de seus sonhos e seu primeiro emprego. A concorrência é enorme e, infelizmente, ninguém é insubstituível. Se você é bom e quer um salário de R$2000, existe alguém melhor que se sujeita a R$1500. O empregador não quer saber se você sabe história da arte e nem se interessa por sua monografia de tcc.
    Eu gostei de estudar Design de Moda. Percebo que tenho um diferencial e bagagem dos demais. Estudar, fazer cursos e ir atrás da informação é muito importante.
    Por mais que eu tenha chegado no meu primeiro emprego sem saber muito sobre estamparia e rapport, eu tinha a base do desenho, sabia as ferramentas dos programas, bastou pegar a prática (e alguém muito paciente para me ensinar).
    Eu aconselho a quem quer estudar moda: faça o curso. Se gostar, dê tudo de si. Se não gostar, parte para outra.

  7. Olá Anita… acho que estou mais frequente por aqui…

    Primeiramente quero agradecer sua visita e as dicas sobre os croquis, foram muito úteis, principalmete sobre o scanner… como sempre, você é super bacana e atenciosa com quem te segue… uma graça de pessoa!!!

    Com relação ao assunto tratado neste post, quero afirmar o que você e os outros disseram, mas com a opnião de quem está do lado de cá.
    Fiz o curso de administração, mesmo tendo conhecimento da capacidade que tinha para desenvolver alguma atividade na área artística (moda, desenho e afins), e hoje percebo que perdi tempo e dinheiro.
    Mesmo que vocês não tenham uma atividade “rentável” atualmente, são felizes com o trabalho que desenvolvem… e mais cedo ou mais tarde, estarão inseridos no mercado, porque têm talento… Eu, ao contrário, sigo com uma “vidinha” mais ou menos, porque não consegui um posto rentável, e frustrada por não ter desenvolvido uma carreira artística…
    Eu morri… não.
    Mas confesso que depois de ter investido tanto para dar certo na vida… dá um desânimo danado de começar tudo de novo.
    Ufa… desculpa o desabafo… Mas tem dias em que a gente sente vontade de falar… e haja ouvido prá escutar… rsrsrs
    Abraço e MUITO BOA SORTE à todos vocês!!!!

  8. Faculdade forma amizades, ponto. O profissional se faz no mercado, e o indivíduo se faz em casa mesmo. Vale principalmente lembrar que nada é definitivo, que sucesso e realização são parâmetros mutáveis. Seja em moda ou qualquer outra área do design, vale o binômio: trabalho e paciência. 🙂

  9. Nossa, muito bacana seu post e à atenção dispensada à minha chará Ana!
    Eu estudei audiovisual – curso e carreira na qual vejo diversas semelhanças com Moda: o mercado é díficil, os cursos técnicos são melhores que as faculdades, só trabalha bem quem tem muito QI, tudo isso é bem igualzinho.
    Mas não me arrependo de ter feito faculdade, concordo com todo mundo aí que abre muito os horizontes da pessoa, eu nunca teria tido contato com os assuntos e pessoas que tive o prazer de conhecer durante meus 5 aninhos de faculdade.
    E trabalhar muito, mesmo que de graça, e estudar muito, tipo seu irmão, são os conselhos mais recomendáveis, mas nem por isso são receitas mágicas.
    Eita mundinho complicado!
    Gosto muito do teu blog e dos desenhos.
    Bjos
    Anna

    1. Eu me arrependo de ter feito a faculdade de Design de Moda, porque fiz duas faculdades de Design (a outra, de Design de Produto) e terminei as duas simultaneamente. Para mim, uma só era mais que suficiente, e ao invés da faculdade de moda, deveria ter feito o curso técnico. Mas enfim, não que eu possa voltar atrás e mudar isso agora, ou que eu vá começar o técnico agora.
      Como eu disse, se pudesse voltar atrás, provavelmente faria tudo errado novamente.. hehe
      Obrigada pro sempre passar por aqui, Anna.
      Beijão!

  10. anita, amei esse post – bem como os posts restantes! seu blog tá cada vez melhor, principalmente por ser ótimo não só pro entretenimento e pras vistas (considerando seus desenhos lindos que adoro!), mas também são bastante ricos em conteúdo. e humor, claro! hahahaha, amo as legendas finais, by the way.

    sobre o que vocês escreveram aqui (seu post, e mais os comentários), concordo muito com o que a ciça e a lais disseram. e acho que pra qualquer curso é assim, não só em design de moda. se você quer se destacar, e ser bom no que faz, você tem que fazer diferente, e fazer o que ninguém faz: se dedicar, fazer cursos por fora, estudar, ralar mesmo! trabalhar pra não ganhar quase nada e não ter os trabalhos reconhecidos também faz parte do negócio, mas temos que começar de alguma forma.

    olha, eu passei a maior parte da utp fazendo bem como você: fazendo os trabalhos na madrugada da véspera de entrega, acordando às 3 da manhã pra terminar costuras etc… se eu pudesse, com certeza teria levado tudo mais à sério. na utp, em particular, sempre tive uma sensação de que nada era pra valer: as aulas, a forma como a coordenação geria o curso, e a própria universidade. muitas vezes eu pensava: “ah, já estou num lugar meio avacalhado, não vou ficar me matando!”. grande besteira, porque já que os trabalhos teriam de ser feitos e eu teria que gastar tempo em fazê-los, melhor ter feito tudo direitinho ao invés de miguelar. moral da história: a única prejudicada fui eu, é claro.

    nessa área, trabalhei com um pouco de tudo: desenvolvendo roupas, modelagens, gradações, pesquisas, na área de gestão de moda, e de vendas, também! tudo foi extremamente útil, pois me ajudou a ter a visão do processo de confecção de roupa num geral: desde a concepção da peça até a sua comercialização.

    no fim do ano passado, também fiquei meio desanimada por conta do retorno lento desse tipo de trabalho, e resolvi estudar pra concurso público. 3 meses depois desisti, pois eu realmente não sirvo pra esse tipo de trabalho, e resolvi continuar fazendo o que gosto. abri uma loja/marca, mas devo dizer que passei por muitas inseguranças antes de tomar a decisão. o que mais me ajudou foi ter montado um plano de negócios sério, fazer de verdade as pesquisas de público-alvo, distribuir questionários nas faculdades e tudo mais. ou seja: ralar.

    o segredo pra ser bem-sucedido em qualquer área que seja é o trabalho árduo, e só! o reconhecimento vem com o tempo e com a solidificação do que você desenvolve. e isso em qualquer cidade.

    beijos anita, amo seu blog 🙂

  11. Olá,

    Parabéns pelo Blog Anita.

    Claro que o mundo da moda não é só glamour, porém quem tem vontade e e garra superará isto.

    Não acho que o mercado da moda seja desanimador, talvez seja desanimador para quem não seja tenha competente e perseverante e insegurança no que faz, afinal para ter sucesso em qualquer profissão, é necessário dar o máximo de sí. Não acho que para o mundo da moda, seja necessário ter um pai rico ou conhecer pessoas influentes, se a pessoa tem talento e se empenha em TUDO que faz, é super válido. Assim como temos pessoas talentosíssimas que não dão certo, também existem pessoas que tem talento e conhecimento pobre e se dá bem, porém pessoas assim não vão para frente, creio que para pessoas boas no que fazem, faltam empenhar-se mais para “aparecer” no mercado, a verdade é que, deve-se estudar onde está se errando, e dar a cara para bater.

    Abraços. 🙂

  12. bem eu escolhi desgner de moda por que ja sou costureira a 8 anos prentendo faser todos os cursos que eu tiver dinheiro e tempo para faser pois aprendi costurar informalmente,tenho uma facção e costuro para lojas mas pretendo ter minha confecção ,eu ganho rasoavelmente bem(que depende se ganha 1000,00 para se alimentar somente , ou 5000,00 e gasta tudo em roupa e não sobra pra se alimentar)depende da prespectiva.acho que terei mas trababalho e investimento com uma confecção propria qui sá uma grife, mas tenho absoluta certeza que será mais rentavel.ja fiz algus cursos tecnicos no senai não todos que queria e dou uma dica curso tecnico nunca vai ser a mesma coisa em seu curriculo do que um baicharel dica faça tudo que puder seja o melhor com mais qualificação ,em tudo seja o primeiro, estude.

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